quinta-feira, 28 de dezembro de 2006

Uma Foda em Direito

Quantos de vós já mandaram uma bela foda nas escadas da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra ?

Eu já. Naqueles dois anos em que estive a estudar naquela maravilhosa terra de boas fodas, onde conheci a minha Ritinha, doce coninha.

Entre outros conhecimentos, um dia desafiei o Paulo S. para mandarmos uma foda bem dada nas escadas da Faculdade de Direito.

Era Inverno e fazia um frio de congelar a cona. Mas como a minha anda sempre bem quente, faz frente a esse frio todo.

Disse-me que eu era louca e que, se fossemos apanhados estávamos fodidos.

Disse-lhe que isso é que dava ainda uma maior tesão, mas se ele não tinha tomates para fazer, arranjar-se-ia alguém.

Os homens são todos iguais. Basta falar-lhes do ego e eles vão a todas.

Seis horas da tarde e lá nos encontramos. Ele trajado e eu apenas com uma gabardina comprida por cima do pelo.

Como se de uns namorados nos tratássemos, agarramos-nos e começámos-nos a beijar apaixonadamente. Ele abraçou-se por dentro da sua capa e, enquanto o beijava, desapertei-lhe as calças e comecei a bater-lhe uma punheta. O gaijo estava cá com uma tesão...

Parei de o beijar e desci por dentro da sua capa, só parando quando senti o seu caralho a tilintar-me nos dentes. Que maravilha.

Às vezes ouvia-o a cumprimentar algumas pessoas; "Então ?, Sim tudo bem."

Quando o ouvia a cumprimentar alguém, esgalhava-lhe o caralho com mais veemência, ao que ele se contorcia de prazer. Ah!Ah!Ah!

Depois, voltei a levantar-me e, agarrando eu na capa, libertei-lhe as mãos para que me apalpasse as mamas, as beijasse e me metesse os seus dedos na minha cona encharcada.

Às pessoas que passavam eu dia sorrindo. Notaram que estávamos num mel tremendo, mas não da realidade do acontecimento..

Virei-me de costas para ele e colocando as minhas mãos na parede ao mesmo tempo que segurava a capa, fui penetrada por trás. Aquele caralhão todo entrou na minha cona devagarinho.

Ficámos ali a foder naquele inicio de noite gelada, levando com aquele bacamarte pela cona acima. Depois de algumas estocadas bem puxadas, retirei-o de dentro de mim e virei-me de frente para o Paulo S. e enrolando as minhas pernas à sua cintura, encavei novamente aquela picha no meu buraquinho.

Foi um balançar espectacular. Vim-me umas duas ou três vezes, sempre a gemer aos seus ouvidos. O moço estava a ficar maluco.

Quando me disse que se ia vir, saltei para fora dele e baixando-me recebi todo o seu leite de esporra na minha boca gulosa.

Depois? Arranjamos-nos e fomos cada um para seu lado, não sem antes eu lhe ter enfiado mais um grande linguado, mas desta feita e sem ele contar, com a boca cheia de esporra.

Fui-me embora a rir enquanto ele se ficou a cuspir todo.

Que foi (?), tem nojo do que é dele ?

5 comentários:

Fernando disse...

Conheço bem as escadas de Direito e fiquei louco de tesão com a cena que descreveste. O que eu não daria para me cruzar contigo...

Anónimo disse...

O quê, fodeste nas escadas da Faculdade de Direito de Coimbra ?? Jura.

Eu sou de Coimbra, ando no 3º Ano de Direito e nunca me passou pela cabeça fazê-lo lá.

Vou tentar com meu namorado. Espero não ser apanhada.

Catarina C.

Anónimo disse...

Beijaste-o com a boca cheia de esporra? Boa, para que eles saibam aquilo que nos pedem.
Não é que eu me importe, mas quando me quero vir na cara de alguns, ,uitos são os que dizem que não.
beijos e 2007 cheio de boas fodas e mais aventuras.
Maria do Porto

gajona disse...

eu sabia que algumas gajas eram boas mas taradas não são. São grossas

Anónimo disse...

amei a tua história é pena não haver mais MULHERES como tu continua.Feliz Natal.Paulo Porto